
Pois é...assim como eu acho que o melhor na praia é pisar na areia sem chinelo, eu acho que na vida em muitos momentos o negócio é pisar sentindo o chão, vivendo o que há para viver.
Ontem fui ver o que é essa tal de "Constelação Familiar". Prá mim era algo derivante do psicodrama, com ênfase na história familiar...uiuiui, quem ajoelha, reza e lá fui eu viver o que havia para viver: uma choradeira só. Ainda estou absorvendo o que se passou, mas eu fico espantada como podemos achar que viver é só lidar com as questões básicas da realidade palpável e boas...mais que nada! (que nem aquela célebre música) Larilaaaaraiohhhh, obá!obá!obá!... esquecemos do misterioso e sempre presente: Mundo do Dentro Desconhecido. Oh lugarzinho surpreendente da peste! nos liga a poeira das estrelas e também nos traz a herança filogenética...a experiência humana condensada em cada pessoa...cada um é como uma bolinha de homeopatia, diluídos em nós, gerações e gerações de antepassados e suas histórias. Carammmmba! dessa eu não escapei.
Quem quiser saber mais sobre os fundamentos da Constelação Familiar procurar por "Bert Hellinger", é o cara. No mais vou por meu chinelo e ir prá praia, longe da Sampa city é claro...tô precisando pisar na areia!!!!
Sinceras Saudações,
Patricia

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